Maringá · Paraná

Matheus
Manholer

Engenheiro, empreendedor e pai, em Maringá. Uso tecnologia para resolver o que não funciona na cidade, com ou sem cargo.

Matheus Manholer

Imposto de primeiro mundo, serviço de terceiro mundo. Cansei.

Eleição 2026

349 votos. Obrigado.

Foi minha primeira eleição e terminei com 349 votos, mais do que eu imaginava quando comecei. Cada um veio de alguém que parou para ouvir o que eu tinha a dizer. Isso eu não esqueço.

A eleição acabou. O trabalho não. Sigo em Maringá fazendo o que já fazia antes de ser candidato.

01  Por que eu entrei

Não por vocação. Por cansaço.

Eu não entrei na política por vocação. Isso é um "não motivo". Entrei porque há alguns anos já faço trabalho público por meio do Rotary, do Pyros, do Centro Cultural Italiano, sem cobrar nada do Estado. Enquanto isso, político ruim cobra caro e ainda desvia recurso pra bonificar a própria ineficiência.

Tenho 28 anos. Estou há tempo demais assistindo gente mais velha encher o peito pra anunciar que é a solução, quando estão lá há décadas e nunca entregaram nada de concreto. Tenho filhos que vão viver aqui depois de mim. Sentar e assistir tudo se repetir é covardia.

O Brasil não precisa de mais revolução. Precisa começar a funcionar.

02  Quem sou

Jovem com entrega, não com discurso.

Sou Matheus Manholer, 28 anos, casado com a Manu e pai de dois meninos. Comecei a trabalhar aos 13 na lanchonete dos meus pais em Maringá. Aos 20, era dono do meu próprio negócio. Me formei em Engenharia Civil na UniCesumar enquanto tocava a lanchonete.

Hoje trabalho há 5 anos com tecnologia financeira em empresas globais, 100% em inglês, dando suporte a clientes de dezenas de países. Empreendo há quase 10 anos: passei por lanchonete, agência de marketing e produção de vídeo. Aprendi a construir software com IA e uso isso todo dia no trabalho.

Fora do trabalho: ajudei a fundar o capítulo de Maringá do Rotary Means Business, sou diretor do Maringá Pyros, o time de futebol americano da cidade, e joguei como atleta em 2014, 2015, 2016, 2023 e 2024. Também fiz parte da diretoria do Centro Cultural Italiano de Maringá.

Matheus Manholer
03  As três bandeiras

Tecnologia primeiro. As outras duas dependem dela.

Sou engenheiro, empreendo há quase dez anos e construo software com IA todo dia no trabalho. É por aí que eu entro em qualquer assunto público. Saúde e segurança aparecem aqui porque são onde a falta de tecnologia bem aplicada custa mais caro para quem mora em Maringá.

01

Tecnologia aplicada ao serviço público

O Estado compra sistema caro que não conversa entre si, e deixa de usar coisa barata que já funciona. Impressão 3D em escola pública é um exemplo: custa pouco, ensina projeto e fabricação, e não depende de obra. A pergunta que eu faço em qualquer pasta é a mesma: o que já existe, o que já foi pago, e por que não está funcionando.

Por que euSou engenheiro civil, construí um painel de KPIs integrado por API para uma equipe internacional e o site do time que destravou patrocínio. Construo com IA em dias o que o Estado contrata por milhões.
02

Saúde pública digital em Maringá

UBS e UPA são onde o cidadão sente primeiro a falta de processo: triagem, fila e agendamento. Antes de propor sistema novo, a pergunta é o que a prefeitura e o estado já coletam, o que já foi pago e por que quem espera não enxerga nada disso. Abrir dado e exigir protocolo é decisão de gestão, não de orçamento.

Por queEm 2012 quase morri por falha de processo numa UPA: fui mandado embora com diagnóstico de virose, estava com o apêndice estourado. Fila por gravidade, e não por ordem de chegada, é exatamente o que teria mudado aquele atendimento.
03

Segurança pública pelo ângulo da tecnologia

Câmera, leitor de placa e central de monitoramento já existem em quase toda cidade média do Paraná. O que costuma faltar é integração entre elas e critério público sobre o que o sistema faz com a imagem. Equipamento parado em rede que não conversa é dinheiro público virando enfeite de poste.

Onde eu entroSegurança tem uma parte que é tática policial e outra que é sistema, dado e contrato. A segunda é a minha, e é onde o Estado mais compra caro e usa mal.
Princípio

Transparência não é proposta. É o mínimo.

Quem gasta dinheiro público deve mostrar onde gastou, sem que o cidadão precise pedir. A tecnologia para isso já existe e custa pouco. Esse é o padrão que eu cobro de quem está no cargo.

  • Gasto de mandato e de gabinete publicado todo mês, item a item, em formato aberto e legível por máquina.
  • Nenhum pedido de acesso à informação necessário para ver como o dinheiro foi usado.
  • Cargo público não é meio de enriquecer, nem a si mesmo nem a aliados.
04  O que já entreguei

Sem cargo.

Trabalho público sem mandato e entrega técnica com número em cima. Tudo é conferível.

50 páginasRelatório técnico entregue de graça à Prefeitura de Maringá analisando 6 cidades italianas sem cidade-irmã brasileira. A negociação chegou perto de fechar uma nova cidade-irmã para Maringá.
2 sistemasConstruídos por mim com IA: um painel de KPIs em tempo real integrado por API, que hoje organiza a gestão de uma equipe de suporte internacional, e o site do time que destravou conversa com patrocinador.
15 milClientes internacionais atendidos em inglês, em tecnologia financeira global, com 93% de avaliação positiva entre quase 5 mil avaliações. Dado registrado pela empresa, não autoavaliação.
25 jovensAtletas com acesso gratuito a ensino técnico e superior pelo Maringá Pyros, onde sou diretor. Esporte usado como porta de entrada para educação, não como fim.
1 espaçoÁrea pública cedida pela Prefeitura para os treinos do time, hoje também usada para aulas gratuitas de música para crianças de baixa renda.
05  Contato

Acompanhe o trabalho.

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