Engenheiro, empreendedor e pai, em Maringá. Uso tecnologia para resolver o que não funciona na cidade, com ou sem cargo.

Imposto de primeiro mundo, serviço de terceiro mundo. Cansei.
Foi minha primeira eleição e terminei com 349 votos, mais do que eu imaginava quando comecei. Cada um veio de alguém que parou para ouvir o que eu tinha a dizer. Isso eu não esqueço.
A eleição acabou. O trabalho não. Sigo em Maringá fazendo o que já fazia antes de ser candidato.
Eu não entrei na política por vocação. Isso é um "não motivo". Entrei porque há alguns anos já faço trabalho público por meio do Rotary, do Pyros, do Centro Cultural Italiano, sem cobrar nada do Estado. Enquanto isso, político ruim cobra caro e ainda desvia recurso pra bonificar a própria ineficiência.
Tenho 28 anos. Estou há tempo demais assistindo gente mais velha encher o peito pra anunciar que é a solução, quando estão lá há décadas e nunca entregaram nada de concreto. Tenho filhos que vão viver aqui depois de mim. Sentar e assistir tudo se repetir é covardia.
O Brasil não precisa de mais revolução. Precisa começar a funcionar.
Sou Matheus Manholer, 28 anos, casado com a Manu e pai de dois meninos. Comecei a trabalhar aos 13 na lanchonete dos meus pais em Maringá. Aos 20, era dono do meu próprio negócio. Me formei em Engenharia Civil na UniCesumar enquanto tocava a lanchonete.
Hoje trabalho há 5 anos com tecnologia financeira em empresas globais, 100% em inglês, dando suporte a clientes de dezenas de países. Empreendo há quase 10 anos: passei por lanchonete, agência de marketing e produção de vídeo. Aprendi a construir software com IA e uso isso todo dia no trabalho.
Fora do trabalho: ajudei a fundar o capítulo de Maringá do Rotary Means Business, sou diretor do Maringá Pyros, o time de futebol americano da cidade, e joguei como atleta em 2014, 2015, 2016, 2023 e 2024. Também fiz parte da diretoria do Centro Cultural Italiano de Maringá.

Sou engenheiro, empreendo há quase dez anos e construo software com IA todo dia no trabalho. É por aí que eu entro em qualquer assunto público. Saúde e segurança aparecem aqui porque são onde a falta de tecnologia bem aplicada custa mais caro para quem mora em Maringá.
O Estado compra sistema caro que não conversa entre si, e deixa de usar coisa barata que já funciona. Impressão 3D em escola pública é um exemplo: custa pouco, ensina projeto e fabricação, e não depende de obra. A pergunta que eu faço em qualquer pasta é a mesma: o que já existe, o que já foi pago, e por que não está funcionando.
UBS e UPA são onde o cidadão sente primeiro a falta de processo: triagem, fila e agendamento. Antes de propor sistema novo, a pergunta é o que a prefeitura e o estado já coletam, o que já foi pago e por que quem espera não enxerga nada disso. Abrir dado e exigir protocolo é decisão de gestão, não de orçamento.
Câmera, leitor de placa e central de monitoramento já existem em quase toda cidade média do Paraná. O que costuma faltar é integração entre elas e critério público sobre o que o sistema faz com a imagem. Equipamento parado em rede que não conversa é dinheiro público virando enfeite de poste.
Quem gasta dinheiro público deve mostrar onde gastou, sem que o cidadão precise pedir. A tecnologia para isso já existe e custa pouco. Esse é o padrão que eu cobro de quem está no cargo.
Trabalho público sem mandato e entrega técnica com número em cima. Tudo é conferível.
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